18 Março 2008
Renascimento
31 Dezembro 2007
29 Dezembro 2007
Joaquim Durão foi o 1º MI português
Que o ano de 2008 seja melhor e mais proveitoso para a modalidade que os xadrezistas agradecem.21 Dezembro 2007
19 Dezembro 2007
Novas Regras para Olimpíadas de Xadrez
17 Dezembro 2007
Stauton v. Cochrane, 1841-42
John Townsend escreveu em rec.games.chess.misc, sobre Staunton v. Cochrane, 1841-2
It is stated in "The Westminster Papers" (1st August 1874), in an obituary of Staunton thought to have been written by P.T. Duffy, that some of the Staunton v. Cochrane games were played at the "Shades", in Leicester Square. This information is repeated by Sergeant in "A Century of British Chess", p. 50.
But in the only two contemporary reports which I have noticed where the venue is named, i.e. Chess Player's Chronicle, Vol. 2, p.24, and Vol. 3, p. 49, the venue is given by Staunton as Goode's Chess Rooms, which was at 39 Ludgate Hill.It may well be that both places were used. Does anyone know of evidence, other than the obituary in "The Westminster Papers", that the two of them ever met at the "Shades" ?Regards,
John Townsend, Howard Staunton Research Project
Tribunal Arbitral do Desporto
O presidente do Comité Olímpico de Portugal (COP), entregou na passada 6ª feira, dia 14/12, ao Ministro da Justiça o requerimento para a criação do Centro de Arbitragem Desportiva (Tribunal Arbitral Desportivo), acompanhado da documentação preparada ao longo deste ano pela Comissão Instaladora presidida pelo Juiz Conselheiro Cardoso da Costa.13 Dezembro 2007
Homenagem ao xadrez feminino
Entrevista a GM Koneru Humpy
A jovem indiana Koneru Humpy completou em Março deste ano 20 anos, sendo, depois de Judit Polgar, a segunda mais forte jogadora feminina da história do xadrez. Ler aqui a entrevista, do passado dia 11 de Dezembro de 2007, que o portal indiano de xadrez LatestChess.com efectuou à sua estrela.
ADEXC dirige o xadrez escolar em Coimbra
Paulo Fernandes, e os professores João Maduro e José Carlos Vicente, da Associação Desportiva Escolar de Xadrez de Coimbra, concedeu uma entrevista ao jornal 16x16.Permito-me destacar os seguintes trechos desta entrevista,
(...) Quanto às entidades do xadrez federado, penso que nos apoiam dentro das suas (infelizmente parcas) possibilidades. Representamos o Xadrez Escolar procurando respeitar e não interferir com o normal funcionamento do xadrez federado.
Solicitei em 2006 apoio para a formação ao presidente da Associação de Xadrez de Coimbra (pessoa de quem sou amigo) que me respondeu nada ter a ver com o Xadrez Escolar. Penso que actualmente se lhe pedisse o mesmo, a resposta seria diferente pois a nova direcção da AXC está apostada em dar um novo impulso à modalidade e a nossa relação com ela é boa, como ficou demonstrado no Torneio do CAIC onde o sr. Rui Ferreira nos deu o prazer da sua presença.
O grande apoio que tivemos no momento em que precisámos foi do presidente da Associação de Xadrez de Leiria e árbitro internacional, sr. Carlos Dias, que nos ajudou enquanto formador e nos abriu a porta da FPX. À nossa Federação e ao sr. Carlos Dias o nosso reconhecimento público.
(...)
O xadrez é um jogo, um jogo pedagógico por excelência. Onde houver quem o dinamize há sempre muitos jovens interessados. Cabe-nos a nós, docentes, formar-nos e ter disponibilidade se queremos desenvolvê-lo.A FPX deveria procurar dar mais apoio quer em material, quer assumindo ela própria a formação de professores/monitores escolares com um programa de acompanhamento e incentivos à formação/participação de clubes escolares, criando um grupo de técnicos que percorresse as escolas, mas será que na situação actual interessa descentrar/dividir os parcos apoios do eixo Lisboa/Setúbal com o resto do país? Não sei.Tenho alguma experiência em gestão de eventos desportivos (estou relacionado tecnicamente com uma Câmara Municipal). Organizei há um ano um Torneio Internacional Jovem que contou com a presença de alguns dos melhores valores nacionais jovens e de duas selecções da Galiza (Espanha).Apercebi-me que havia mais gente do xadrez a querer parar o futuro do evento do que a apoiá-lo pois o êxito que ele representou com toda a dignidade dada aos jovens e apoios conseguidos, era uma ameaça para organizações futuras do poder instituído.Não queremos imiscuir-nos no xadrez federado, mas penso que alguma coisa deve mudar, a começar pela percepção clara de que se deve apostar mais no Xadrez Escolar e separar claramente os interesses clubísticos dos associativos.Há que definir claramente os papéis. A Associação de Xadrez de Braga devia servir de exemplo na área escolar. Parabéns ao sr. Fernando Castro pelo apoio que dá às escolas e pela transparência financeira da associação a que preside.
O jornal 16x16 e o seu director estão de parabéns pela divulgação do trabalho desta Associação de Desporto Escolar, dando a palavra aos seus dirigentes. Um exemplo a repertir com outras associações existentes.
O teor desta entrevista, leva-nos a pensar se não seria já tempo do xadrez escolar estar mais representado e apoiado pelas estruturas associativas e federativas, para evitar que cada um reme para o seu lado, com esforços desnecessários, quando temos o mesmo objectivo.
Os meus parabéns aos professores João Maduro e José Carlos Vicente e a Paulo Fernandes pela actividade desenvolvida e felicidades na sua caminhada pela integração do xadrez na estrutura curricular de ensino, tal como é exigível e ele merece.
O xadrez como ferramenta educativa em Sesimbra
Refere o jornal 16x16 que o MI António Fróis (na foto) se deslocou à Escola EB 2/3 de Santana, em Sesimbra, para uma acção de formação que segundo Fróis é «uma experiência-piloto na modalidade de xadrez».10 Dezembro 2007
J. Cordovil: «Há falta de amor pelo xadrez»
Xadrez é tema grande. A coisa dá nas vistas, porque tal nunca acontecera entre nós, numa terra onde o público do xadrez se contava apenas pelo número dos seus praticantes ou pouco mais. Agora discute-se xadrez como se discute futebol. Os que até aqui desconheciam em absoluto o que era um tabuleiro de xadrez, começam a saber que existem peões, cavalos, bispos, rainhas, torres e reis. Os jornais arrancam títulos de primeira página, na televisão e na rádio criam-se programas especiais, pode ler-se na introdução de uma entrevista concedida por João Cordovil, ao Diário de Lisboa, em 28 de Agosto de 1972.
Código de Ética, um texto importante para o Xadrez
Code of Ethics, Chess Journalists of America
Núcleo de Xadrez de Ciências (Univ Porto)
De acordo com o seu blogue Núcleo de Xadrez de Ciências, este núcleo foi fundado pela Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto no ano de 2004.06 Dezembro 2007
O Xadrez [afinal] imita a vida
Crimes & escapadelas
Se desistires da legítima luta pela verdade e pelo direito, cometerás um grande crime contra a tua honra, contra o teu dever e contra o teu povo.
Os homens de perto e de longe falarão de ti com desprezo, classificando de vergonhoso o teu proceder; e a vergonha e a desonra são piores do que a morte…
Bhagavad Gita, II, 33-34
Artº 10º (Liberdade de Expressão)
1. Qualquer pessoa tem direito à liberdade de expressão (…).2. O exercício dessas liberdades, implica deveres e responsabilidades (…) numa sociedade democrática para (…) a protecção da honra ou dos direitos do homem de outrem (…).
Convenção Europeia dos Direitos do Homem, de 4/11/1950
Quanto aos factos:
Foi colocado na Internet, no blogue Viriatovich Chess, de António Viriato Ferreira, um texto onde o autor pretende reivindicar para, uma ideia por si tida e que, ipso facto deveria estar ad eternum à sua disposição. Acusa-me de «falta de ética» e, no final do artigo (post), escolhe como etiqueta (tag) “LIXO HUMANO»! Não completamente satisfeito, permitiu-se publicar, o mesmo texto, como comentário, no blogue do autor do pretenso plágio, para não passar despercebido «aos mais desatentos».
Estas situações descritas foram testemunhadas por mais de uma pessoa ao longo do tempo em que permaneceram online, isto é, dias 29 e 30 de Novembro e 1 de Dezembro, pelo menos.
Para tanto, os princípios éticos do autor, invocados no seu blogue, não o coibiram de vilipendiar de quem discordou. É uma opção.
Fui aconselhado a não responder a quem apoucou. Seriam terças diferentes. Talvez tenham razão. E, no entanto…
2. Convém, antes do mais, esclarecer, que o Código do Direito de Autor, dispõe no artº 1º, nº 2, que,
As ideias, os processos, os sistemas, os métodos operacionais, os conceitos, os princípios ou as descobertas, não são, por si só e enquanto tais, protegidos nos termos deste código.
3. Por outro lado, quanto à acusação de plágio sempre poderei transcrever o seguinte:
Plagiar (do latim plagiare) [significa] apresentar como seu o trabalho, a criação de outrem
Esta definição pode encontrar-se no Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciências de Lisboa, vol.II (2001, Academia das Ciências de Lisboa e Editorial Verbo, Lisboa).
4. Estando esclarecidos quanto a “Direitos de Autor” e à definição de “plágio”, o que nos sobra? Uma falta de ética? Nem isso.
Quando se ofende a honra e a dignidade de um ser humano não há ética que lhe resista. E invocar princípios éticos e, simultaneamente, qualificar de “lixo humano” (sic) se não é de uma mente perturbada e eu defendo que não é, só pode ser uma intenção de uma mente obstinada em ofender.
5. Pretender considerar um ser humano como “lixo humano”, é, sem margens para dúvidas, ofensivo. É um crime no ordenamento jurídico adoptado pelas sociedades democráticas.
De facto,
A existência do crime de injúria basta-se com o carácter objectivamente injurioso das expressões usadas e com a consciência de que o que se disse ofende a pessoa visada na sua honra e consideração, não sendo, portanto, elemento essencial o dolo específico, ou seja, a especial intenção de injuriar.
(Acórdão da Relação do Porto, de 2/12/87)
A difamação pode definir-se como a atribuição a alguém de facto ou conduta, ainda que não criminosa, que encerra em si, uma reprovação ético-social. A difamação, segundo a lei, compreende comportamentos lesivos da honra e consideração de alguém.
(Acórdão da Relação de Lisboa, de 6/2/96)
Os crimes de difamação e de injúrias consumam-se no momento e no lugar que tiverem sido imputados os factos ofensivos, formuladores dos juízos difamatórios ou proferidos por escrito as palavras injuriosas em causa.
(Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 5/6/97)
Pela minha parte, aguardo tranquilo, o resultado da apresentação do requerimento da queixa-crime por injúrias e difamação que apresentei junto da Procuradoria-Geral da República, contra quem me acusou de plágio e ofendeu na honra e dignidade devidas a qualquer ser humano.
7. A serpente está escondida na relva. Volenti non fit injuria…
Odivelas 6 de Dezembro de 2007
29 Novembro 2007
Estatutos da FPX não são para cumprir?
Manifesto de Apoio à constituição de uma Associação de Jogadores de Xadrez Portugueses
As razões de uma recusa (a explicação necessária)
A imprensa portuguesa destaca título de Ruben Pereira
Jovem Rúben Pereira sagra-se vice-campeão é o título do artigo de Paulo Felizes, publicado no Jornal de Notícias, com destaque na primeira página.
28 Novembro 2007
Ainda sobre as Assembleias Gerais da FPX
Caro amigo,
Não tive tempo suficiente para analisar a convocatória para as AG da FPX deste fim de semana mas gostaria de chamar a atenção para o seguinte: contactei a APMX que me disse que não receberam nenhuma convocatória para esta AG. Chamo a atenção para o Art 28 nº 3 dos estatutos.
Chamo a atenção para a continuação da vergonha ou arrogância em não se cumprir a lei. Penso que a convocatória para as AG deve ser dirigida a cada um dos sócios.Questiono a legalidade da utilização de um sitio da net como convocador. Penso que esta AG é segundo os estatutos e a lei impugnável.
Um abraço,
António
Um Aviso!
Ruben Pereira é o Vice-Campeão Mundial Jovem S16
O que aprovaram as Ass Gerais de 25/11?
24 Novembro 2007
Estudantes autralianos jogam xadrez
No longer the secret, dusty passion of nerdy types that live in the school library, chess is now the fastest growing sport in the nation's schools Listagem completa de Elo FIDE de Portugal

Um blogue de matemática com xadrez
23 Novembro 2007
«Xadrez em 1972 ou Xadrez em 1976?»

A "CAMPEONITE" ONTEM E A CONSCIÊNCIA DA REALIDADE HOJE
1972. Campeonato do Mundo de Xadrez. Robert Bobby Fischer - Boris Spassky. Durante mais de mês e meio, concretamente de 11 de Julho a 1 de Setembro, o Mundo foi abalado. Não só o Mundo restrito do Xadrez, mas até e, em termos relativos, talvez mais, o Mundo todo, xadrezista ou não, muitas vezes mais político do que qualquer outra coisa. Nunca Portugal, no seu pequenino orbe, "orgulhosamente só", dedicou tanto (ou tão pouco) ao tabuleiro dos 64 quadrados brancos e negros. Fischer
contra Spassky. Estados contra URSS. As duas ideologias, a matéria desportiva misturada com a política. Divulgação do Xadrez, sem dvida, mas acima de tudo exploração, do mesmo. A favor de quem? Ninguém saberá responder. Hoje em Portugal há um interesse mais real, mais autêntico, do que a folclórica "utopice" de 1972. Hoje as pessoas querem jogar Xadrez, sentem o desejo de o fazer, sentem o Xadrez pelo Xadrez, reconhecem a razão de o praticar, o porquê da sua importância.
Há 4 anos era o orgulho no triunfo do mundo de plástico sobre a realidade do poder dos trabalhadores. Há 4 anos todos queriam ser Fischers. Hoje todos querem saber como se joga o Xadrez.
portugueses? Nada, para além de um interesse momentÂneo, bem aproveitado pelos simpatizantes do dólar. O que se passa hoje? O Xadrez, essa espécie de ritual. mais arte que jogo, mais ciência que jogo, deseja-se por aquilo que é, pelo fascínio que exerce. Ao fim e ao cabo, arte pela arte ou, o que é o mesmo, Xadrez pelo Xadrez.Assembeias Gerais da FPX em 25/11/2007
O tempo joga um xadrez sem peças
Quem se lembra?
Uma pista. Estávamos no dia 23 de Março de 1983, em plena cidade de Lisboa. E, mais não digo... por enquanto. Foi no Natal de 2005 no Porto

O IRICUP [Instituto de Recursos e Iniciativas Comuns] da Universidade do Porto, em colaboração com Câmara Municipal do Porto (CMP) e com o Cineclube do Porto, organizou durante o mês de Dezembro no Pavilhão Rosa Mota, o Natal N’UPorto – Workshop “Xadrez Gigante”. Este evento, orientado para crianças dos 8 aos 13 anos, incluiu actividades de carácter cinematográfico, artístico e desportivo. O objectivo desta acção foi ocupar os tempos livres dos filhos dos funcionários da UP, da CMP e de sócios do Cineclube do Porto durante as férias de Natal, aproximando-os do Cinema, das Artes Plásticas e do Desporto.
22 Novembro 2007
Mestres de Xadrez têm colunas em jornais

Em, Portugal, bom em Portugal esqueçamos. Existe o Jorge Guimarães que escreve quando lhe apetece ou quando lhe deixam - ainda não percebi bem isto - no Público, sobre xadrez internacional, António Pereira dos Santos, tem uma coluna no Diário de Notícias, Joaquim Durão, na revista Templo Livre (Inatel), Luis Santos, que depois de ter escrito na Capital e no Diário Desportivo, se encontra inactivo, publicando, avulsamente, por aí.
Eu não conheço mais nada, se alguém souber, avise-me, ou tenha a amabilidade de completara listagem com um comentário.
21 Novembro 2007
Blogue oficial da AX Coimbra
É com agrado que divulgo o nascimento de um blog oficial da Direcção da AXDC , cujo objectivo é a divulgação da prática de xadrez a nível regional. Até à criação da sua Homepage, a Associação de Xadrez do Distrito de Coimbra, terá neste blog, o seu meio de comunicação com os clubes e jogadores do distrito. [Ver o blogue AXDC]
Destaco, desde já, a sua resposta, à pergunta O que pensas do actual estado do Xadrez em Portugal? És optimista?O Xadrez carece de divulgação. Os nossos campeões têm de ser reconhecidos, temos que chegar à pessoa comum. Eu nunca joguei ténis e sei quem foram alguns campeões da modalidade. Para isso é fundamental que sejam criados meios de comunicação, bons sites, que noticiem e de preferência profundamente e comissões da FPX e AX distritais que cheguem aos jornais. Nisto há muito para evoluir. Temos de aprender ou reaprender a vender a nossa actividade.
Se conseguirmos dar volta a esta situação penso que muitas portas se abrirão, não falo em mundos e fundos mas pelo menos que possamos dignificar a modalidade em termos de condições.Um exemplo disto foi o que se passou com Preliminar do Nacional, apesar do grande esforço, da FPX, a sala e mesas disponibilizadas foram claramente uma pecha do campeonato. A sala era grande mas não foi por isso que alguém filmou/fotografou. Seria uma notícia, 80 jogadores a jogar o Preliminar. Não havia uma zona separada da sala para análises. Estas questões para dignificação dos campeonatos têm de ser precavidas atempadamente.Ler a entrevista de Diogo Alho.
17 Novembro 2007
Teses para alterar o xadrez nacional

16 Novembro 2007
Susan Polgar disponibiliza Fóruns de Discussão

15 Novembro 2007
Yugoslavia 9-11 URSS

Amigos e Rivais
Os primeiros tabuleiros de cada equipa foram V. Korchnoi e S. Glogoric.
14 Novembro 2007
Moodle um utilitário

Teste de QI online

13 Novembro 2007
Entrevista a António Viriato Ferreira
Em resposta à pergunta sobre «como considera o estado do xadrez em Portugal»?
Está mal. Há muita porcaria metida no xadrez nacional. Gente que entra no xadrez e não se sabe positivamente porquê. Ainda assim, tenho a certeza que as coisas vão mudar para melhor. Temos um problema de mentalidades neste país. Quase que só têm havido pequenas conquistas realizativas pelo trabalho de «carolice». O amadorismo reinante no xadrez nacional, não permite sonhar mais alto. O xadrez deve trazer para si, as melhores pessoas de todas as áreas. Aficionados, empreendedores, que sirvam o xadrez nacional e que não se limitem a sacar o que podem dele.(...)Quanto às mudanças que implementaria e Portugal, «que já tenha vivenciado fora»?
Uma associação de interesse público, que promova eventos de xadrez. É isto que, numa primeira fase, estou a tentar criar em Portugal. Provavelmente, acabará sendo também uma escola de preparação para futuros profissionais de xadrez. Se chegar a ter uma equipa de xadrez, será com «professores» e «alunos» dessa mesma escola.A teminar, a sua visão pessoal de um blogue sobre xadrez.Tenho vários espaços na blogosfera, sendo um sobre xadrez. A ideia foi implementada por eu estar cansado de ver sites e blogues nacionais que falam de tudo, menos do jogo de xadrez. Os espaços que existem, de «xadrez zero», não trazem nada ao praticante da modalidade. Proponho-me neste blogue a escrever sobre xadrez, a sua história e curiosidades, promover a modalidade e os seus praticantes nacionais. [sublinhados meus]
12 Novembro 2007
A FPX tem nova página online

ACP pede à FIDE alterações aos controlos dos tempos nos relógios
Federação Internacional de Xadrez (FIDE) para analizar os novos controlos de tempo nas competições oficiais da FIDE:90 minutos para 40 laces, seguido de 30 minutos para os restantes lances, com um incremento de 30 segundos por lance.Chessmovies: Excelente Videoteca online
Encontra-se disponível online, a Chessmovies, uma interessante biblioteca de filmes e outros vídeos de xadrez, submetido pelos seus autores, em todo o mundo. Há vídeos para todos os gostos, incluindo os fãs do Gato Fedorento. Vale bem a pena uma visita.
(Foto: Vídeo de Onischuk-Carlsen, Tie-Break, Biel, 2007)09 Novembro 2007
Comemoração do Dia Mundial do Xadrez
Seminário sobre o Xadrez na Educação

o Dr. Mikhail Korenman, com Chess in General Education Curriculum,o GM Yury Schulman, com From Beginners to Intermediate Players,o Director do Xadrez Escolar da USCF, Jerry Nash, com USCF Scholastic Programs,o Co-Presidente da Comissão do Xadrez na Educação, John Buky, com Chess, Math and Extended Response Curriculum.
U.S. Blind Championship
Ler o artigo de Jessica Lauser, na página da US Chess Federation, sobre o U.S. Blind Championship. «Ensinar capacidades através do Xadrez»

In an accessible style, Mr. Moreno's book provides user-ready charts, tables, and diagrams to help the reader understand, plan, and apply the lessons chess can teach our students. A "Skills Table"correlates emotional, cognitive, and behavioral skills our students need to be successful citizens with how chess can help them meet these goals. The book charts a class-by-class approach to teaching chess, matching social development objectives with comments and tasks, chess objectives, and follow-up activities. Diagrams outline specific chess plays and how they can be used to teach life skills such as decision-making, conflict resolution, and taking risks. All of these helpful tools enable counselors and teachers to set up their own chess programs with their students.
Xadrez no Agrupamento Escolar da Nazaré
Escolas da Nazaré (com sede na Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos de Amadeu Gaudêncio) e conhecer o seu Projecto Educativo?Encontro Nacional de Escolas: 7-8.Fev.2008

Larry Evans e «Este mundo louco do Xadrez»
My New Book, The crazy World of Chess (Cardoza Publishing, 2007, 296 pages, $9,95) expose scandals and shady deals unknow outside of a small circle of players and was dubbed the most controversial book written about the royal game. After reading it and learning what really goes on, you'll neves look ay chess the same way again! Along the way you'll encounter these gaffes by Fischer, Annand, Kasparov and a movie star who once hustled strangers at chess.
(Larry Evans)
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Excerto do livro THIS CRAZY WORLD OF CHESS de GM Larry Evans (p. 80), onde o autor se refere ao doping e o seu controlo pela FIDE.
Not Keene On Testing
Never in history has any illegal substance enabled anyone to win a single game of chess. Yet FIDE is now pushing for universal drug testing on the pretext of getting chess into the Olympics, thus making it eligible for
government funding in many nations.
The Spanish Chess Federation, for example, receives about $320,000 a year from the Council of Sports for testing 20 players at random.
More than 100 substances are banned, including excess levels of alcohol, cannabis, and coffee.
Frankly, I can't think of a better way to drive people away from chess than by compelling them to pee in a cup in order to compete in tournaments.Branding chess as an athletic endeavour is ludicrous, and the United States Olympic Committee had the good sense to reject this hobby as a sport.
FIDE Goes Beserk
Although chess is unlikely ever to become an Olympic sport, that doesn't stop the bureaucrats from imposing their silly regulations. «FIDE has made its decision, and players who do not accept drug testing will not be able to play chess», wrote Dr. Stephen Press, vice-chairman of FIDE's medical commission.
«It almost made me cry, for I realize that from now on no kindred soul, no young intellectual with any self-respect will ever contemplate a career as a professional chess player», noted Dutch grandmaster Hans Ree. «It is hard to say who are more despicable, the FIDE bosses who invented this horror, the chess federations that saw it happen but did nothing to prevent it, or those players who will meekly submit to these senseless humiliations».
«The Olympics are for physical sports, not board games. Their motto is 'Faster, Stronger, Higher.'-not Cleverer», noted an outraged amateur.
«Certain drugs can significantly improve athletic performance, while at the same time often harming the athletes who take them. No such problem has been established in chess, and chess players are therefore properly suspicious and even resentful when told they have to be drug tested. I have no sympathy with the people who claim they are fighting to get chess into the Olympics; and I have actual animus toward officials who try to impose controls on chess with the excuse that the Olympics requires drug testing».
- Ray Keene, Britain's leading chess authority, argues that the real agenda is to control the careers of players. Some excerpts from his article in the Spectator:
Performance enhancing drugs-steroids of the mind as it were-are not and never have been a problem in chess.
Although chess bureaucrats are enthusiastic about these new regulations, players as a whole are neither ready nor willing to submit to wholesale drug testing.
FIDE's initiative is designed to extend bureaucratic control over players who are inconveniently insubordinate rather than to stamp out any real abuse in chess.
Why do chess officials waste their time on this kind of nonsense when it is clear that their constituencies have absolutely no interest in it?
This syndrome is absolutely rife in politics. I have seen it so many times before. FIDE Delegates imperceptibly at first cease to represent the views of their own country-instead they start to represent FIDE's views to their country, thus becoming a kind of fifth column! That is why nation states continually revolve their ambassadors before they 'go native' in the quaint phraseology of the British Foreign Office.
The key is often insidious hospitality. Once the naive backwoods chess politician starts rubbing shoulders with the FIDE bigwigs, invitations to dinner start coming in, exclusive gatherings of top people. It's not so much gifts and bribes as corruption by association.
We know what's best for Ivan and Ivan should shut up and take his medicine. After all it's good for him and good for chess. Discipline - that's what Ivan needs.
Ver a discussão - Why FIDE wants drug tests? - deste texto no grupo de discussão rec.games.chess.misc.
07 Novembro 2007
Susan Polgar no National Geographic

Entrevista com o Presidente da Fed Turca

«História do Xadrez de Competição em Portugal» em compilação
Fernando Castro, dirigente da AXD Braga e Presidente da Assembleia Geral da FPX, encontra-se a compilar documentos para a publicação de uma obra dedicada à História do Xadrez de Competição em Portugal, diz o autor ao jornal 16x16.
Para este trabalho de fôlego, F. Castro refere que tem
estado a recolher e reunir elementos históricos sobre o xadrez em Portugal, com vista a eventualmente publicar um livro intitulado História do Xadrez de Competição em Portugal. Como o título indica, versará apenas sobre as competições e a organização das mesmas. Pretende, por isso, apenas ser um livro factual, com dados sobre campeonatos (quase exclusivamente na modalidade sobre o tabuleiro, deixando o xadrez por correspondência para outros, ou para outra ocasião), campeões, títulos, representações nacionais, clubes, estrutura federativa e associativa.
E continua,
Não me tenho preocupado, deste modo, com os aspectos não documentados (comentários opinativos, histórias, curiosidades, etc.), pois isso obrigar-me-ia a um trabalho de pesquisa histórica e jornalística, para o qual não estou certamente preparado, havendo outras pessoas, no meio do xadrez, bem mais dotadas do que eu para tal.
A pesquisa tem incidido essencialmente sobre a bilbiografia disponível (revistas editadas em Portugal, jornais, livros, relatórios de actividades, etc.), sendo fundamental a pesquisa cuidada do valioso e abundante acervo documental da Federação Portuguesa de Xadrez, que me tem sido facultado para consulta.
A obra terá, possivelmente, a seguinte estrutura:
Retrospectiva Principais jogadores nacionais Principais clubes nacionais Estatísticas de praticantes e clubes A Federação Portuguesa de Xadrez e a estrutura associativa regional Campeões e títulos A participação internacional O sistema ELO e o Rating dos jogadores em Portugalpodendo alguns dos pontos vir a passar à forma de anexos.
Como é um trabalho que está em curso, e que deverá demorar ainda alguns largos meses a estar concluído, aproveito a disponibilidade do site www.16x16.com.pt/ para divulgar algumas partes do que já está escrito (no total já vou em mais de 120 páginas).
Como é evidente, muito gostaria de receber contributos de quem tenha informações e sugestões que permitam valorizar o trabalho.
Um projecto digno de ser referenciado e apoiado. De há muito que se ouvem vozes a prometer escrever, mas não têm passado de intenções. Pela minha parte irei ver o que posso disponiblizar que possa ter interesse para esta História.
Conviria o Fernando Castro divulgar um endereço electrónico para contactos e recepção de documentação digital.
Fischer na imprensa portuguesa

Entrevista ao Presidente da FPX

«No Reino do Xadrez»
Ver No Reino do Xadrez, vídeo de 4'50", com 4620 visitas, disponibilizado por Adriano J Ribeiro (Brasil), em 20/9/2006. Comentários no Ala de Rei

06 Novembro 2007
Comissão para o Xadrez nas Escolas
Reunião da Comissão para o Xadrez nas Escolas (Chess in School Committee) durante o Congresso da FIDE, em Calvia, Espanha, 2004.Nacionais de Jovens 2007 (Semi-Rápidas)
Ver Regulamento na página da FPX05 Novembro 2007
John Nunn Campeão Mundial 2007 de Problemas de Xadrez
Na liderança isolada, com 89 pontos, o inglês John Nunn venceu pela segunda vez o Mundial de Solucções de Problemas de Xadrez. Já havia vencido em 2004 quando se tornou o segundo GM do xadrez a obter o título de GM na solução de problemas.Em 2º lugar, com 83,5 pontos, ficou o russo Georgy Evseev (quatro vezes Campeão Mundial - 1989/1990/1991/1998. Uma lenda viva do deste género). Em 3º lugar, com 83 pontos, ficou o polaco Piotr Murdzia (top 1 do ranking Mundial, 3 vezes Campeão do Mundo - 2002/2005/2006).Os brasileiros Roberto Stelling e Marcos Roland ficaram, respectivamente, em 59° e 70° lugar (entre 81 participantes).
Entrevista de Sérgio Rocha
O PDX visa o desenvolvimento da modalidade em todo o concelho do Barreiro, por intermédio da formação que é prestada em todas as escolas do concelho, bem como nos clubes e colectividades.
(...)
Este PDX resulta da cooperação do Clube de Xadrez do Barreiro e da autarquia que sempre apoiou e fomentou esta actividade. Desejamos que no futuro possamos continuar a desenvolver este trabalho de formação que completou agora 15 anos com o apoio da Câmara Municipal do Barreiro.
03 Novembro 2007
Entrada principal da FX EUA em Crossville
Desporto de reis (e rainhas)

02 Novembro 2007
Artigo da revista Science
In an article in Science (14 September 2007 p. 1519), written by the Chinook team that weakly solved the game of checkers (draughts), it's asserted essentially that chess is harder than Go.
Podem ler mais em Computer Science Experts: Chess 'harder' than Go.
Blogues do Sérgio Rocha

Quero dar-lhe os parabens pelo blog e pela informação prestada ao xadrez. Gostaria também de lhe facultar os links sobre as diversas actividades de xadrez no Barreiro e o meu link pessoal caso tenha interesse em publicar.
Clube de Xadrez do Barreiro - http://cxb.no.sapo.pt
PDX Barreiro - http://pdxbarreiro.no.sapo.pt
Sérgio Rocha - http://srocha.com.sapo.pt e respectivo blog - http://coisasdexadrez.blog.pt
Os melhores cumprimentos
Obrigado pela atenção
Sérgio Rocha
Kramnik entrevistado pelo «Izvestia».

30 Outubro 2007
Xadrez nas escolas russas
Álvaro Pereira no jornal «Sexta»

«Hoje praticamente não jogo, uma vez que não gosto de o fazer com a ajuda de computadores, e, por isso sinto-me em desvantagem, logo, não prefiro não o fazer», justifica o [também] actor, [conhecido como Álvaro Faria] que começou a praticar xadrez um pouco por acaso: «Comecei de uma forma um pouco estúpida. Como não tinha muito jeito para o futebol nunca era chamado para jogar e um dia aproveitei a oferta de um tabuleiro em papel de uma revista e comecei a jogar xadrez com os amigosnos intervalos da escola. Depois ganhei gosto e fui convidado a entrar na equipa do Benfica, o que foi curioso porque sou sportinguista». Desde 1991 que não perde uma partida nos torneios por correspondência.
Matemática e Xadrez

Ala de Rei em «The Chess Academy» (EUA)

26 Outubro 2007
Documentário sobre Susan Polgar em Novembro no Canal National Geographic

Ela é a primeira mulher grande mestre de xadrez do undo. Não nasceu com um cérebro brilhante, mas chegou a esse estágio por meio de uma experiência educacional extraordinária a que foi submetida durante a infância.
Susan Polgar entrevista o campeão Annand

Matemática com resultados medíocres
Uma citação de Paul Morphy
XADREZ: Segundo o livro Life of Paul Morphy in the Vieux Carré of New-Orleans and Abroad, de Regina Morphy-Voitier, o lendário xadrezista Paul Morphy tinha por hábito andar de um lado para o outro na varanda da sua casa, murmurando as palavras «Il plantera la bannière de Castille sur les murs de Madrid au cri de Ville gagnée, et le petit Roi s’en ira tout penaud». Até hoje, ninguém foi capaz de determinar a origem desta citação, de acordo com o historiador de xadrez Edward Winter.
(Contextualização nº 1: Paul Morphy (1837-1884) foi um dos jogadores mais otáveis da segunda metade do século XIX. Os Estados Unidos da América produzem campeões de xadrez de classe mundial com exasperante infrequência. Quando o fazem, porém, nunca se trata de um mangas-de-alpaca banalmente genial: a aura de mistério e um carisma mais ou menos delirante estão garantidos.)
(Contextualização nº 2: Edward Winter é conhecido por levar a atenção pelo detalhe irrelevante a níveis que poucos se atrevem a tentar superar. Pode-se contar com ele para devotar dezenas de linhas à ortografia do nome de um amador que empatou com Capablanca numa simultânea, ou aos licores servidos num banquete onde participou Lasker. As suas Chess Notes são um manancial de esdrúxula erudição.)
Carta à SICnotícias
Estimados Senhores,
Vi com agrado a vossa peça sobre a Escola 31 de Janeiro, na Parede, transmitido ontem 5ª feira, cerca das 19.50 horas.
A reportagem, não obstante ser curta, foi elucidativa do projecto que se desenvolve naquela escola, pelo prof de xadrez Victor Guerra e acarinhada pelo director da escola, Vitor Rodrigues.A Sicnotícias está de parabéns pela reportagem, como aliás, o jornal Público que dias antes lhe tinha dedicado 2 páginas. Estes dois órgãos de comunicação social restaram, a meu ver, um verdadeiro serviço público, ao divulgar um projecto inovador ao nível do ensino, e, logo privado, o que não deixa de ser curioso, de uma modalidade tão esquecida e com tão grande entusiasmo dos jovens estudantes, como se pode ver na reportagem da Sicnotícias. Não esqueçamos as palavras finais do director da Escola, Vitor Rodrigues, ao afirmar que «agora somos procurados pelo xadrez».
A razão que me leva a escrever-vos é pretender obter o vídeo dessa reportagem que não consegui encontrar na colecção de vídeos que disponibilizam no sítio da Sic.
Antecipadamente grato, apresento os meus cumprimentos.
Francisco Vieira
25 Outubro 2007
«Ajedrez Total»

«Mientras paseaba con algunos jugadores y componentes del Linex-Magic el pasado lunes por Calviá, después de vencer en el Campeonato de España por Equipos, compré un periódico mallorquín: dedicaba veinte páginas completas a la victoria del motorista Jorge Lorenzo, nacido en la isla. Algo que me llamó la atención fue que un redactor comparaba a Lorenzo en cuanto a talento y precocidad con Mozart y el ajedrecista Bobby Fischer: trazó una semblanza biográfica de Lorenzo y lo comparó con los dos genios mencionados, de los que escribía con solvencia y conocimiento (por lo menos de Fischer, que es de lo que más uno entiende).»
«O Desporto na Presidência portuguesa da UE»

Apelando ao precioso empenho diplomático de cooperação multilateral, defendemos que os debates a encetar deverão convergir para um desporto europeu mais consensual e menos divisionário, estimulando o equilíbrio e evitando clivagens. Portanto, as questões irão situar-se em torno das dimensões educativa, ética e económica. Essencialmente, aposta-se na formação de jovens, financiamento do desporto, violência associada ao desporto, integração pela actividade desportiva, organização do desporto, as iniciativas de voluntariado, as qualificações na área do desporto e, fim último, a actividade física e politicas de saúde.
Todavia, ainda que procuremos mais modernidade e inovação, é necessário conjugar a perspectiva progressista com outra de pendor mais conservador, em respeito pelo Modelo Europeu de Desporto. Assim, alega-se que a abordagem específica ao alto rendimento e ao movimento associativo desportivo, que são a raiz mais profunda do desporto na Europa, deveria assumir um lugar de destaque na agenda prevista para o desporto durante a presidência portuguesa. [sublinhados meus]
Comentários no Ala de Rei
Agradeço ao António Castanheira ter alertado que o blogue Ala de Rei só permitir comentários a quem esteja registado. Já alterei a situação, assim, qualquer interessado poderá colocar um comentário no blogue usando da urbanidade, isto é, não utilizando insultos ou expressões menos correctas ou ofensivas da dignidade dos leitores. Agradecimento a António Russo
Parabéns Joaquim Durão
«Durão foi campeão nacional por 13 vezes, um recorde dificilmente ultrapássvel embora o MI António Fernandes (11 títulos) se esteja a esforçar.O ano de 1957 foi uma das melhores épocas do mestre português que, para participar em torneios ou em eventos de divulgação, viajou para 7 países e para as ex-províncias ultramarinas de Angola e Moçambique. A esse respeito, um jornal desportivo considerou-o o mais viajado desportista português desse ano. Notável, numa época em que o xadrez quase não tinha expressão.»
Bom Ano de 2008!





























